Architecture, Landscape, Illustration and Others
A Igreja do Menino Deus é uma igreja localizada em Alfama junto ao Castelo de São Jorge, na freguesia de Santiago, em Lisboa.
Esta classificada como Monumento Nacional desde 1918. A igreja tem estilo conventual, barroco, tendo sido construída por altura do reinado de D. João V (1711). Foi projectada pelo arquitecto João Antunes.
Foi concluída por João Frederico Ludovice. No local havia já um hospital denominado de Mantelatos da Ordem Terceira de São Francisco de Xabregas, que continha uma imagem milagrosa do Menino Jesus.
O rei D. João V, ao ouvir os relatos dos milagre, resolveu erguer um templo, alguns meses antes do nascimento do seu primeiro filho.
A igreja tem semelhanças com a Igreja de Santa Engrácia, situada no Campo de Santa Clara. Possui, no interior, uma capela-mor e oito capelas. Outros elementos incluem altares de talha dourada, pintura de tecto e duas estátuas. Possui também azulejos com temas religiosos.
O pórtico apresenta colunas coríntias.
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DK Eyewitness Travel Guide: Portugal
—This text refers to an out of print or unavailable edition of this title.

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DK Eyewitness Travel Guide: Amsterdam
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Reserva Natural das Ilhas Selvagens
As Ilhas Selvagens são um pequeno arquipélago de Portugal, localizado no Oceano Atlântico. Geograficamente, constituem um subarquipélago do arquipélago da Madeira. Administrativamente, fazem parte do concelho do Funchal,Região Autónoma da Madeira. Situam-se a 165 quilómetros a norte da arquipélago espanhol das Canárias, a 250 quilómetros ao sul da cidade do Funchal (Madeira), a cerca de 250 quilómetros a oeste da costa africana, a cerca de 1000 quilómetros a sudoeste do continente europeu. As Selvagens são constituídas por duas ilhas principais e várias ilhotas, que, tal como quase todas as ilhas da Macaronésia, têm origem vulcânica. O arquipélago é um santuário para aves, é muito agreste e tem uma área total de 273 hectares.
Atualmente têm apenas dois habitantes permanentes na Selvagem Grande e dois semi-permanentes na Selvagem Pequena, guardas do Parque Natural da Madeira, sendo também visitada periodicamente por pessoal da Armada Portuguesa ao serviço da Direção de Faróis. Para além disso, a Selvagem Grande é habitada várias vezes por ano pela família Zino, do Funchal, que lá possui uma casa.
O estado espanhol tem insistido em que a delimitação da Zona Económica Exclusiva (200 milhas náuticas) se faça ignorando as Selvagens ao considerá-las como ilhéus, enquanto que o estado português insiste na sua classificação como ilhas, ampliando assim a ZEE portuguesa.
Apesar de serem remotas e isoladas, as ilhas já receberam visitas oficiais de dois presidentes da República Portuguesa,Mário Soares e Jorge Sampaio, atos de soberania que visaram reforçar a identidade e solidariedade nacionais e evidenciar o seu estatuto como reserva natural nacional. A Reserva Natural das Ilhas Selvagens (que integra o Parque Natural da Madeira) foi criada em 1971, sendo uma das mais antigas reservas naturais de Portugal.
O arquipélago consiste em dois grupos. O grupo nordeste compreende a “Ilha Selvagem Grande” e três pequenas ilhotas, “Palheiro da Terra”, “Palheiro do Mar” e “Sinho”. O grupo sudoeste compreende a “Ilha Selvagem Pequena” e o “Ilhéu de Fora” entre numerosos ilhéus mais pequenos que incluem o “Alto”, o “Comprido”, o “Redondo”, “Pequeno”, “Grande”, “Ilhéu do Sul” e o pequeno grupo dos “Ilhéus do Norte”. Uma extensa barreira de recifes circundam o arquipélago e torna-se difícil ancorar nas costas das ilhas.
As ilhas Selvagem Grande e a Selvagem Pequena distam 15 quilómetros uma da outra. Existem dois países mais pequenos em área que as Selvagens: o Vaticano (44 hectares) e Mónaco (195 hectares).
As Ilhas Selvagens foram assim baptizadas em 1438 por Diogo Gomes de Sintra e terão sido descobertas pelos irmãos Pizzigani em 1364. No século XVI, as Selvagens pertenciam aos Caiados, importante família madeirense, sendo doadas a João Cabral de Noronha em 1560 pelo cónego Manuel Ferreira, descendente dos Caiados.
Em 1904, as ilhas foram vendidas à família do banqueiro Rocha Machado.
Em Setembro de 1911, o governo espanhol enviou uma nota ao governo português comunicando que deliberara incorporar as Selvagens no arquipélago das Canárias e que ia montar nas ilhas um farol. A administração portuguesa protestou e foi acordado não praticar quaisquer atos que pudessem comprometer uma solução amigável da questão. Em 1938, a Comissão Permanente de Direito Marítimo Internacional confirmou a soberania portuguesa das ilhas que, em 1959, despertaram o interesse da WorldWildLife (WWF) levando-a a assinar um contrato de promessa de compra com o herdeiro Luís Rocha Machado.
Em 1971, o Estado português interveio e adquiriu as Ilhas Selvagens, instituindo, nesse mesmo ano, a Reserva Natural das Ilhas Selvagens, o que lhe permitiu impedir a caça excessiva nas ilhas (que quase levou ao desaparecimento da cagarra) e controlar mais efetivamente a pesca ilegal. No ano seguinte foram apreendidas, nas ilhas, duas embarcações de pesca espanhola. Em 1975, aproveitando a turbulência política em Portugal, espanhóis das Canárias desembarcaram na Selvagem Grande e hastearam uma bandeira espanhola, embora a título absolutamente privado e sem qualquer apoio do geverno espanhol. No ano seguinte, foi apreendida a embarcação espanhola “Ecce Homo Divino” e, dois anos depois, foram apresados, também por pesca ilegal, outros barcos de frota espanhola. Em 2005, um vigilante e um biólogo da reserva natural das ilhas Selvagens foram mesmo perseguidos por pescadores ilegais espanhóis.
Também no que respeita ao controlo do espaço aéreo, houve ao longo dos anos alguns pequenos incidentes, sempre relacionados com voos efetuados por aviões espanhóis sobre a reserva natural abaixo da altitude acordade com o governo português. Após alguns desses voos por caças da Força Aérea Espanhola, em 1996, um helicóptero Puma AS-330 simulou uma aterragem na Selvagem Grande, levando a queixas formais por parte do governo português e pedidos de desculpa por parte da Espanha. No ano seguinte, novos voos a baixa altitude de aviões militares espanhóis tiveram como consequência a chamada do embaixador espanhol Raúl Morodo ao Ministério dos Negócios Estrangeiros português.1
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Viana do Castelo | MUNICIPAL LIBRARY
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Marco de Canavezes | Igreja | source
The 2011 UIA Gold Medal was awarded to Àlvaro Siza Vieira, Portugal, proposed by the RIBA.
Àlvaro Siza defies categorisation. Each building is different yet is recognisable. His architecture cannot be duplicated but is a model for young architects. He has never succumbed to facility or fashion. As “the architect“ of the last quarter of the 20th century his work continues into the 21st, constantly pushing forward the level of the challenges facing the profession.
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Housing “Terraços de Bragança” - Lisbon
Architect: Álvaro Siza Vieira
Photography: José Manuel Rodrigues
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Matosinhos | Tea House | source
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Porto Alegre, Brasil | Museu Iberê Camargo | source
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Matosinhos | Escola EBI/JI do Padrão | Nuno Brandão Costa
http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/6964/arquitectura-uma-escola-que-e-uma-quinta
Matosinhos | Escola EBI/JI do Padrão | Nuno Brandão Costa
http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/6964/arquitectura-uma-escola-que-e-uma-quinta
Matosinhos | Escola EBI/JI do Padrão | Nuno Brandão Costa
Prémio Secil de Arquitectura de 2008, Nuno Brandão Costa tem “alguma dificuldade” em achar que um projecto é ou pode ser “mais interessante” do que outro. Cada qual é como é. No caso das escolas, há duas coisas que o agradam particularmente, para além do próprio público-alvo: as crianças. “Estamos a fazer um edifício que fica para a memória — todos nós nos lembramos das nossas escolas — e, por outro lado, vai contribuir para a formação.” Que o digam as crianças que hoje estudam na Escola EBI/JI do Padrão , finalizada em 2011 em Matosinhos. Aqui, os miúdos “vão para a escola, mas é como se fossem para a quinta, para um sítio próprio, só deles”. O projecto com que o arquitecto venceu o concurso lançado pela Câmara de Matosinhos baseia-se na ideia de protecção, de conceber um ambiente controlado para miúdos mais pequenos. Ao contrário da Escola de Chaves, que se abre para a cidade, esta tem um muro contínuo, de tijolo à vista, para, espera o arquitecto, transmitir a ideia de uma quinta. “Sai do ambiente urbano” e cria “um universo interior” numa escola que não tem cá escadas ou elevadores — é plana e tem uma horta, que se avista da cantina. Amanda Ribeiro
http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/6964/arquitectura-uma-escola-que-e-uma-quinta