1. highimapanda125:

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    (Source: jakexp, via smolex)

     





  2. (Source: glasswallshawls, via caixeiro)

     





  3. natgeofound:

    Women rest at the Parthenon whose damaged structure is under repair, December 1930.Photograph by Maynard Owen Williams, National Geographic

    (via ttrincea)

     





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  5. (Source: blazepress, via phokinggood)

     





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  8. O Governo está a estudar há meses uma solução para o arquivo de Siza Vieira, cuja obra considera “um tesouro vivo” que deve estar acima de qualquer querela, disse este sábado o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.
    A obra de Siza Vieira “é um tesouro vivo do Portugal contemporâneo que merece todo o respeito, reconhecimento e atenção no que deverá ser a preservação do seu trabalho”, disse à Lusa Jorge Barreto Xavier.
    “Há meses que o Governo acompanha com atenção as questões relativas ao património que representa a obra do arquitecto”, que esta semana confirmou a alguns órgãos de comunicação estar em conversações com instituições de diversos países sobre “o futuro a dar” ao seu arquivo.
    Barreto Xavier admitiu a “preocupação” do Governo, em termos gerais, sobre o arquivo documental, mas adiantou que “ainda não se chegou a uma conclusão” e que a obra de Siza deve estar “acima de qualquer querela”, tanto mais que “há consenso sobre a sua importância”.
    O secretário de Estado comentava notícias publicadas quinta-feira pela revista Visão e pelo jornal “Público”, que davam conta que o arquivo de Siza Vieira poderá ir para o Centro Canadiano de Arquitectura, em Montreal.
    O “Público” referia que “à decisão de Álvaro Siza de partir para este processo não terá sido estranho o mal-estar que o arquitecto manifestou, já por diversas vezes, relativamente à falta de atenção que sente no seu país relativamente ao estado de alguns dos edifícios que projectou em solo nacional” e que um dos seus projectos que ficou pelo caminho foi o da Casa da Arquitectura, em Matosinhos, que deveria acolher espólio de arquitectos nacionais do Norte.
    O secretário de Estado não quis comentar as críticas em torno desta decisão.

     





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  10. O arquivo de Álvaro Siza, cuja obra está já representada em instituições de Paris, Londres e Nova Iorque, poderá ir agora também integrar os fundos do Centro Canadiano de Arquitectura (Centre Canadien d’Architecture, CCA), em Montreal, uma das mais importantes instituições do mundo relativas a esta disciplina.

    O arquitecto confirmou esta quarta-feira ao PÚBLICO estar “em conversações” com esta e outras instituições de diferentes países com o objectivo de “decidir o futuro a dar” aos seus arquivos. Mas recusou nomear as outras, e também não disse se entre elas se encontram entidades portuguesas.

    “Não posso avançar nada, porque ainda não decidi nada, nem sei quando é que isso vai ser decidido”, adiantou Siza.

    A informação de que parte considerável do acervo do mais mediático arquitecto português, de 81 anos, prémio Pritzker em 1992, poderá vir a sair do país já corre, desde há algum tempo, nos meios da arquitectura, provocando o debate e alguma inquietação. Mas a informação continua a ser muito escassa, e o autor do Pavilhão de Portugal estará a tentar assegurar as melhores condições de salvaguarda dos testemunhos da sua obra — desenhos, maquetas, fotografias e outros documentos… —, procurando fora do país uma alternativa à falta de condições internas para o efeito.

    “Nunca ninguém se preocupou”
    “Nunca ninguém se preocupou com os meus arquivos e com a minha arquitectura; agora é que começam a fazer-me perguntas”, realçou Siza. “Tenho sido contactado por bastante gente. Estou a conversar e a analisar várias hipóteses, que podem dar desde nada a uma qualquer fundação como destino.”

    Contactado pelo PÚBLICO, o CCA, através do seu gabinete de imprensa, não confirmou a negociação com o arquitecto português. “Não temos comentários a fazer. Mas conhecemos a imensa contribuição da obra de Álvaro Siza no mundo da arquitectura contemporânea, e teremos muito interesse em colaborar no processo de salvaguarda e de investigação dos seus arquivos, se essa oportunidade surgir. Mas é prematuro estar a falar disso”, disse a assessora Isabelle Huiban.

    A chegar a bom termo esta negociação, os arquivos de Siza irão fazer companhia a outros de figuras grandes da arquitectura mundial, como o norte-americano Peter Eisenman, o italiano Aldo Rossi ou o inglês James Stirling.

    À decisão de Álvaro Siza de partir para este processo não terá sido estranho o mal-estar que o arquitecto manifestou, já por diversas vezes, relativamente à falta de atenção que sente no seu país relativamente ao estado de alguns dos edifícios que projectou em solo nacional, como o já referido Pavilhão de Portugal, em Lisboa.

    Um dos projectos que ficou pelo caminho foi o da Casa da Arquitectura, que Siza desenhou na década passada para a marginal do rio Leça, em Matosinhos — a sua cidade natal e onde uma casa da sua família, e onde também viveu, foi entretanto transformada pela câmara municipal num Centro de Documentação com o nome do arquitecto.

    “O projecto da Casa da Arquitectura acabou, foi anulado, nem sequer foi candidatado [a fundos comunitários]. É aquilo a que se pode chamar um arquivo morto”, lamenta Siza.

    A associação Casa da Arquitectura, criada em 2007 também em Matosinhos, tem desde o início do mês de Julho um novo director executivo, Nuno Sampaio. Confrontado pelo PÚBLICO com a eventual saída dos arquivos do arquitecto da Casa de Chá da Boa Nova — que esta sexta-feira, curiosamente, vai ser reinaugurada como restaurante, depois de restaurada —, o novo responsável diz que o projecto da Casa da Arquitectura “está congelado, mas não abandonado”.

    “Comigo, inicia-se uma nova fase. A Casa da Arquitectura tem de procurar criar condições para acolher o arquivo de Siza”, realça Nuno Sampaio, mesmo se admite que a situação de crise do país não proporcionará, no imediato, as melhores condições para o efeito.

    Sobre a negociação que poderá levar à saída dos arquivos do arquitecto matosinhense para o estrangeiro, Nuno Sampaio limita-se a dizer que “devemos respeitar e salvaguardar a liberdade de o arquitecto Siza fazer o que bem entender daquilo que é seu”. E acrescenta compreender, pela relevância da sua obra, que Siza “queira deixar a sua presença em várias partes do mundo, para além de Portugal”.

     






  11. "Lista breve de coisas que podem ser vistas quando se visita um edifício classificado como Monumento Nacional: vidros partidos, vidros sujos, excrementos, telhas levantadas, caleiras roubadas e calcinhas de senhora". Uma "vergonha mundial", dizia a vereadora Alexandra Gavina. Era assim que no PÚBLICO se resumia, em 2012, uma visita à Casa de Chá da Boa Nova, edifício projectado pelo arquitecto Álvaro Siza na década de 1950 e monumento nacional. Localizada junto ao mar em Leça da Palmeira, vizinha de outro monumento nacional por Siza (a Piscina das Marés), a casa de chá chegou a um estado de ruína tal que abriu várias frentes de polémica.

    Agora, o edificio foi “totalmente remodelado”, conforme assegura a câmara de Matosinhos em nota enviada à imprensa. A obra de restauro e requalificação, segundo projecto do seu arquitecto original, prolongou-se por dez meses e terá custado mais de 440 mil euros.

    Uma “intervenção profunda”, resume a autarquia, que permitiu “actualizar equipamentos, impermeabilizar o imóvel e recuperar a cobertura, as madeiras interiores e exteriores, as caixilharias e o betão aparente”. E até o mobiliário original, desenhado por Siza, foi “reproduzido de acordo com os desenhos da época e usando os materiais inicialmente previstos”.

    A marcar o regresso público do monumento, que será “reinaugurado” esta sexta-feira (18 de Julho), está o chef Rui Paula, a quem foi atribuída a concessão do espaço. Boa Nova é o seu novo restaurante (incluindo uma sala com serviço de bar) e vem juntar-se ao DOC, DOP e Recife (no Brasil).

    A ambição para o Boa Nova é grande. Não só Rui Paula pretende “dar corpo a um dos melhores restaurantes do país” como na altura de assinatura do contrato de concessão, o chef foi desafiado, conforme relatava o PÚBLICO, a procurar conseguir uma estrela Michelin. A missão passará por uma cozinha mais experimental que honrará o cenário marinho, apresentando uma ementa em que não faltarão peixes e mariscos.

     





  12. aithalia:

    → Villa Barbaro a Maser, Treviso, Italy

    Villa Barbaro, also known as the Villa Maser, is a large villa at Maser in the Veneto region of northern Italy. It was designed and built by the Italian architect Andrea Palladio, with frescos by Paolo Veronese and sculptures by Alessandro Vittoria for Daniele Barbaro, Patriarch of Aquileia and ambassador to Queen Elizabeth I of England, and his brother Marcantonio an ambassador to King Charles IX of France. The villa was added to the list of World Heritage Sites by UNESCO in 1996. [x] [x]

     





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  14. (Source: countrytweeds)

     





  15. salamandra75:

    Villa Malvarana, behind we can see Villa Rotonda.