1. wherearchitectureisfun:

    WAÏF: Where architecture gets occupied

    The “Tower of David” is an abandoned skyscraper in the centre of Caracas which has become home to 3,000 people. In 1990, construction began on the Centro Financiero Confinanzas, a huge high-rise office complex in Caracas, Venezuela. Construction halted in 1994, after a banking crisis and the death of the building’s main investor, David Brillembourg. The 45-story tower stood vacant until 2007, when squatters began moving in, displaced by a massive housing shortage in Caracas. Authorities turned a blind eye, and the skyscraper, nicknamed the “Tower of David” (after David Brillembourg), is now home to more than 3,000 residents. The third-highest skyscraper in the country has been jury-rigged with electricity and water up to the 22nd floor. 

    Photo by Jorge Silva (Reuters)

    Source

     





  2. scandinaviancollectors:

    PALMYRA HOUSE (2007), Maharashtra, India by Studio Mumbai: The Tube chandelier by Michael Anastassiades (2002). Photograph by Arnout Fonck. / Flickr

     





  3. d-o-l-c-e:

    Palmyra house 

     





  4. fishstickmonkey:

    Temple de Baal et Baalbek / Tancrède R. Dumas, 188-

     






  5. O estádio do Atlético de Madrid, o emblemático Vicente Calderón, vai ser demolido e no local onde está hoje, junto ao rio Manzanares, serão construídos dois arranha-céus iguais de 36 pisos cada um e ainda oito edifícios de habitação e um parque verde, noticia hoje o El País.
    O jornal espanhol cita o plano urbanístico para aquela zona que será aprovado esta quinta-feira e ao qual teve acesso em primeiro mão.
    A obra deverá arrancar no próximo ano e o objetivo é que esteja concluída em 2022 ou 2023, sendo que o investimento nos edifícios e ainda na demolição do estádio estarão a cargo da construtora FCC, uma das maiores de Espanha.
    Estima-se que a obra custe 218 milhões de euros, um montante que a FCC pagaria com a venda das duas mil casas que ali irá construir. Este foi, aliás, o acordo que o clube de futebol e a autarquia fizeram com a FCC e que as libertava de qualquer encargo.
    Além dos arranha-céus que só foram aprovados depois de alterada a legislação urbanística da zona que não permitia construções em altura naquela zona, vão ser construídos ali mais oito edifícios e ainda um enorme parque verde de mais de 37 mil m2 com zonas de comércio e serviço, com pequenas lojas e um parque de estacionamento privado.

     






  6. Jardinar por aí
    Verão é sinónimo de vida ao ar livre. Se a esta receita adicionarmos desporto, o resultado é visitar os pulmões da capital. Para além do inevitável coração verde de Monsanto (com diversos circuitos de exercício físico), bem no centro da capital estão os jardins do Museu Calouste Gulbenkian. Por momentos, sentimo-nos transportados para outra dimensão que não rima com o habitual frenesim da cidade. A entrada é gratuita.
    Mirar as colinas
    Para espicaçar a inveja alheia no Instagram, nada como visitar os muitos miradouros de Lisboa. Para além das melhores esplanadas, oferecem, de graça, uma das melhores vistas sobre a cidade das sete colinas. S. Pedro de Alcântara, Miradouro da Graça ou Adamastor? A única dificuldade vai ser escolher.
    Frescos e gourmet
    Quando a fome apertar, o Mercado da Ribeira chama pelo estômago dos turistas alfacinhas. Reaberto recentemente, é o terceiro mercado do género a nascer em Portugal, depois do Bom Sucesso, no Porto, e do de Campo de Ourique, também em Lisboa. No mesmo espaço, desencanta o velho hábito das compras (legumes, fruta, peixe, carne) no comércio tradicional e oferece pratos originais e com assinatura.
    Maratona de museus
    Quantos museus consegue visitar em poucas horas? Foque-se na zona de Belém. Por lá estão muitos museus e monumentos, do CCB, com a colecção Berardo (sempre gratuita), ao Museu dos Coches, sem esquecer os Jerónimos. Do lado de lá da ferrovia, com vista para o Tejo, está no Museu da Electricidade que, até 5 de Outubro, recebe a maior exposição individual de Vhils, “Dissecação”.
    Celebrar a nova Ribeira das Naus
    A beleza do espaço apaga as más memórias de quase dez anos de obras que muitas dores de cabeça deram, sobretudo aos automobilistas. A nova Ribeira das Naus entre o boémio Cais do Sodré e o Terreiro do Paço volta a apaixonar-se pelo rio – aqui já morou a praia citadina de Lisboa. O Tejo abraça este percurso que deve ser feito a pé.
    Praia na cidade
    Por falar em praia, o Jardim do Torel vai passar a ser um espaço para banhos e outras actividades durante o mês de Agosto. Com o nome de “Praia do Torel” (vai haver piscina e areia), esta é uma iniciativa que pretende alargar as opções de residentes e turistas durante o Verão, com actuações de DJ e exibições de filmes durante o fim-de-semana e actividades físicas durante a semana. Uma praia no coração de Lisboa, com vista sobre a Baixa.
    Música na cidade
    Para quem prefere locais mais calmos e, sobretudo, menos arenosos, também pode estender a toalha. A ideia é aproveitar o Out Jazz, ciclo de concertos e imagem de marca do Verão lisboeta já com oito anos de existência. Às sextas (18h00), sábados e domingos (17h00), até Setembro, são vários os palcos – Terreiro do Paço, Miradouro do Torel, Praça do Martim Moniz, Mata de Alvalade, Jardim da Estrela e Parque Tejo, só para citar alguns. A entrada é livre.
    De barco no Tejo
    Os pés não aguentam tantos quilómetros? O descanso do guerreiro – ou, neste caso, do marinheiro – pode estar num passeio de barco no Tejo. A perspectiva sobre a cidade é única. Há várias modalidades para várias bolsas: barcos “normais” ou veleiros; “sunset parties”, jantares ou dormidas a bordo. Um passeio de barco, com a duração de uma hora, custa em média 20 euros.
    Carros que falam
    Mas conhecer Lisboa pode ser feito de várias maneiras. Eis uma: os pequenos carros amarelos da GoCar Tours que transportam os turistas pela zona antiga da cidade. O conceito foi importado de São Francisco, nos Estados Unidos. São carros de dois lugares, conduzidos como motas; são carros que “falam” em seis línguas. Uma hora custa 25 euros, o dia inteiro fica por 89 euros.
    Cêntimos bem empregues
    No ano passado teve o maior número de visitantes de sempre: 1.025.153 pessoas. O Castelo de S. Jorge agradece. A entrada normal custa 7,5 euros. Cada cêntimo é bem empregue: muitos dizem estar aqui a melhor vista sobre a cidade.

    [Notícia corrigida às 19h56 de 20 de Julho. A entrada no Castelo de S. Jorge custa 7,5 euros]

     






  7. O arquitecto Siza Vieira anunciou, esta quarta-feira, que vai doar o seu acervo ao Centro Canadiano de Arquitectura e às fundações portuguesas Gulbenkian e de Serralves.

    Responsável por projectos emblemáticos como o Museu de Serralves e o Pavilhão de Portugal, na Expo 98 de Lisboa, Siza Vieira deseja que o seu “trabalho de tantos anos seja de algum modo útil, como contribuição para o estudo e debate sobre a arquitectura, particularmente em Portugal, numa perspectiva oposta ao isolamento”.

    Num comunicado enviado à agência Lusa, o arquitecto de 81 anos explica que optou por doar parte do acervo à Fundação Gulbenkian e à Fundação de Serralves por se tratarem de duas instituições portuguesas “com experiência, qualidade e capacidade para desenvolver ou alargar os respectivos arquivos”, numa “perspectiva de abertura à consulta, divulgação e participação num debate que já não é simplesmente nacional, nem centrado no individual”.

    Siza Vieira explica que decidiu doar outra parte ao Centro Canadiano de Arquitectura (CCA) em Montreal, uma “instituição de experiência e prestígio ímpares e com intensa e contínua actividade”, que é “reconhecido pela sua experiência na preservação e apresentação de arquivos internacionais”.

    O CCA vai tratar de “uma grande parte” do arquivo, sublinha, onde “estará acessível, em conjunto com o trabalho de outros arquitectos modernos e contemporâneos”. Conforme conversações já efectuadas, diz Siza Vieira, “o CCA estará disponível para colaborar com a Fundação Gulbenkian e a Fundação de Serralves na catalogação consistente do material e na partilha da pesquisa e programação relacionadas”.

    A decisão do prémio Pritzker, considerado o Nobel da arquitectura, foi conhecida depois de na semana passada a revista “Visão” e o jornal “Público” terem noticiado que o arquivo de Siza Vieira poderia ir para o Centro Canadiano de Arquitectura, em Montreal, o que gerou uma onda de reacções políticas e culturais.

    O Pavilhão de Portugal, projecto de renovação do Chiado, Museu de Serralves no Porto, Faculdade de Arquitectura do Porto, Piscina de Marés de Leça, museu da Fundação Iberê Camargo, no Brasil, Centro Galego de Arte Contemporânea e o Complexo Desportivo de Llobregat, em Barcelona, são alguns dos projectos assinados pelo arquitecto português.

     






  8. O arquiteto Siza Vieira anunciou hoje a decisão relativa ao seu acervo, tendo optado por doar uma parte a duas instituições portuguesas, Fundação Gulbenkian e Fundação de Serralves, e outra ao Centro Canadiano de Arquitetura.
    “É meu desejo que o trabalho de tantos anos seja de algum modo útil, como contribuição para o estudo e debate sobre a arquitetura, particularmente em Portugal, numa perspetiva oposta ao isolamento, (como já hoje sucede e é imprescindível) “, pode ler-se num comunicado enviado à agência Lusa.
    De acordo o arquiteto, a opção passou por doar parte “a duas instituições portuguesas, já com experiência, qualidade e capacidade para desenvolver ou alargar os respetivos arquivos (Fundação Gulbenkian e Fundação de Serralves), numa perspetiva de abertura à consulta, divulgação e participação num debate que já não é simplesmente nacional, nem centrado no individual”.
    Siza Vieira decidiu doar outra parte ao Centro Canadiano de Arquitetura (CCA) em Montreal, “instituição de experiência e prestígio ímpares e com intensa e contínua atividade”, que é “reconhecido pela sua experiência na preservação e apresentação de arquivos internacionais”.
    Esta decisão prémio Pritzker foi conhecida hoje, depois de na semana passada a revista Visão e o jornal Público terem noticiado que o arquivo de Siza Vieira poderia ir para o Centro Canadiano de Arquitetura, em Montreal, o que gerou uma onda de reações políticas e culturais.
    No comunicado enviado à Lusa, o arquiteto explica ainda que o CCA vai tratar de “uma grande parte” do arquivo, onde “estará acessível, em conjunto com o trabalho de outros arquitetos modernos e contemporâneos”.
    “Conforme conversações já efetuadas, o CCA estará disponível para colaborar com a Fundação Gulbenkian e a Fundação de Serralves na catalogação consistente do material e na partilha da pesquisa e programação relacionadas”, acrescentou.
    De acordo com Siza Vieira, o vereador da Cultura da Câmara do Porto, Paulo Cunha e Silva, manifestou-lhe a intenção de instalar uma galeria de exposição sobre a arquitetura da cidade, constituída em particular por maquetas.
    “Comuniquei-lhe o meu apoio a esse propósito, considerando a relevância do projeto para pública informação e debate sobre a arquitetura”, enfatizou.
    O arquiteto premiado explica que nos últimos anos sentiu a necessidade de organizar o arquivo do seu trabalho, procurando “uma solução que considerasse fundamentada”, tendo verificado “existir um interesse evidente, por parte de pessoas e instituições”.
    “Desenhos e maquetes do meu arquivo encontram-se já, alguns desde há anos, em Paris (Beaubourg), em Nova Iorque (MOMA) e em Londres (Niall Hobhouse Collection), nos respetivos arquivos de arquitetura”, recorda.

     






  9. O projeto de requalificação do Museu do Design e da Moda, em Lisboa, prevê o nascimento de uma loja e de um restaurante no último piso. Vão custar 9 milhões de euros.
    Utilizar os seis pisos da antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, tirar partido dos quase 15 mil m2 de área, ter uma loja que mostra a excelência do design e recuperar o restaurante do terraço. O plano de requalificação do edifício do MUDE - Museu de Design e da Moda custa nove milhões de euros e foi aprovado ontem na última reunião da Câmara Municipal de Lisboa com dois votos contra do PP e do PSD e a abstenção do PCP.

     





  10.  





  11. vintagenational:

    Map of Portugal. Drawn by Ralph E. McAleer.

    From “Castles and Progress in Portugal,” National Geographic, February, 1938.

     





  12. vintagenational:

    Diagram of Carlsbad Caverns.

    From “Carlsbad Caverns in Color,” National Geographic, October, 1953.

    With the Washington Monument for scale.

     





  13. just—maps:

    Hoover Dam and Appurtenant Works, Boulder Canyon Project, ca. 1935. [1520×580]

     





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  15. aymerydelamaisonfort:

    The original six towns of Kings County, later consolidated into the city of Brooklyn, and then - as a borough - into New York City.